“Intelectualizada” não significa “Assexuada”
As mulheres estão casando mais tarde porque estão pensando primeiro na carreira profissional. Isso é dado do IBGE. Um dado que não se pode medir exatamente é o que aponta como o comportamento da mulher moderna influencia negativamente na sua vida amorosa e sexual.
São mulheres inteligentes e bem sucedidas com profundos bloqueios para se relacionar-se com os homens. Mulheres com grande energia para negócios e pouca para atrair, criar e manter um relacionamento.
Como as “Mulheres Cabeça” afastam seus pretendentes?
Foi detectado um comportamento em comum entre elas:
Saem para o primeiro encontro, “analisam e avaliam” racionalmente o homem. Apresentam a impossibilidade de sentir esse homem (não olham nos olhos, não sentem o coração bater mais forte, as mãos suarem). Este é o comportamento comum: pensar muito e sentir pouco. Essas mulheres estão desligadas do SENTIR pelo fato da crescente disputa social, profissional e financeira. Através das práticas promovidas pelo Núcleo de Relacionamentos A2 Encontros muitas mulheres estão aprendendo novamente a sentir e olhar o outro com amor.
Como a mulher pode saber se está sofrendo dessa síndrome?
Pensa mais do que sente . Não utiliza a feminilidade para conquistar e manter um relacionamento.
Por que as “Mulheres Cabeça” afastam os homens?
Pois elas não conectam sua energia amorosa para envolver o parceiro. Sua postura é racional, masculina. E o que homem deseja é uma mulher e não dois homens na relação. Por isso, a descarta, o segundo encontro não acontece. Ela quer segurar o homem no papo, como se estivesse negociando.Mas o homem cola na mulher em primeiro lugar através do visual e gestual feminino.
O que fazer para uma “Mulher Cabeça” se dar bem em suas conquistas e conseguir um relacionamentos estável?
Auto conhecimento, buscar entender a posição da mulher no relacionamento afetivo
As práticas e cursos citados são realizados pelo Núcleo de Relacionamento A2 Encontros.



“São mulheres inteligentes e bem sucedidas com profundos bloqueios para se relacionar-se com os homens. Mulheres com grande energia para negócios e pouca para atrair, criar e manter um relacionamento.”
Que afirmação lamentável. Uma mulher intelectualizada não é necessariamente frígida, mas costuma ser mais seletiva justamente por ser mais exigente em relação a seus parceiros.O que não significa que ela seja incapaz de se desligar do lado racional e entregar-se a uma paixão inflamada. Elas apenas tem uma menor facilidade em se impressionar com os homens. Não admiram qualquer um.
O dado do IBGE é comprovado, a conclusão que tirou a partir dele, fica por conta própria.
A mulher está se casando mais tarde devido a sua entrada no mercado de trabalho. Ela prefere estabilizar-se profissionalmente e financeiramente, antes de dedicar-se ao casamento, ou a maternidade. Justamente porque sabemos que a chave para a independência feminina, é sem sombra de dúvidas, a independência financeira.
O homem não tem essa preocupação, pois quando se casa, geralmente não assume as mesmas responsabilidades domésticas e em relação aos filhos como as mulheres. Afinal, elas são as progenitoras, faz parte da natureza feminina dedicar-se mais a suas crias do que a si mesma.
Esse dado é um sintoma de globalização, não de bloqueios emocionais femininos.
Deixo este comentário em resposta ao da Luíza, e não ao apreciável trabalho aqui publicado.
Creio que o que entende por globalização seja apenas uma redução da discriminação, em favor da igualdade de direitos a que tanto ambicionam, que no caso se traduz na igualdade de oportunidades, o que acho louvável, desde que aproveitado e encarado da melhor forma. Talvez por vezes ao pretenderem esse equilíbrio e essa independência se esqueçam que existem diferenças entre os homens e as mulheres, que a Natureza nos impôs, que deveríamos ter sempre em conta ao destinarmos a nossa curta vida à execução das funções a que nos propomos. Digo isto porque podem existir por vezes consequências que podem não ser significativas, mas podem também vir a mostrar-se bastante desagradáveis. Deixo como um exemplo a educação dos filhos de cada um de nós, que no referido caso terão uma diferença de idades superior, em relação aos pais, o que muitas vezes poderá dificultar a compreensão de certos valores por ambas as partes, e terão muito menos atenção da mãe, que deveria ser sempre o mais presente dos pais. Estas e outras consequências podem ser insignificantes ou até nem se manifestarem, para muitos pais ou até filhos, mas certamente estes serão menos que os que perderão com isso. A ideia que tenho é que a mentalidade, a integridade, a educação de uma forma geral, e muitas outras qualidades se vão perdendo da sociedade com o passar dos tempos, e cada vez de forma mais agravada. E não creio que isso seja fruto da globalização, nem da facilidade de acesso à informação, mas do excessivo valor que as pessoas dão ao individualismo a que alguns chamam de independência e à segurança financeira que muitas vezes conduz ao materialismo. Não pretendo ser machista, e peço desculpa se demonstro tal postura. Não acredito que o homem seja superior ao homem. Talvez até acredite no contrário. Apenas interessa agora que, segundo creio, muito felizmente somos diferentes em pequenas coisas às quais devemos prestar mais atenção, e que existem valores maiores, que não envolvem títulos nem números.
Com os melhores cumprimentos.