Cuidado: Você é uma mulher Check-Up?

http://g.imagehost.org/0218/lens.jpgCom os programas de qualidade total no trabalho, a mulher transferiu o conceito para as relações amorosas. O resultado desastroso desta conduta atual é a exigência “corporativa” em relação ao outro e vontade de controlar a relação.As mulheres olham os homens e fazem um check-up de suas potencialidades, rapidamente encontram e evidenciam os defeitos, e se desinteressam antes mesmo de uma tentativa de aproximação. Este é o cenário atual de mulheres bem sucedidas, entre 25 e 40 anos que ingressam no Núcleo de Relacionamentos A2 Encontros em busca de um parceiro estável.

A capacidade analítica feminina é superior a masculina, o que traz a possibilidade da mulher fazer um diagnóstico rápido do homem, mas isso pode ser perigoso.

Com base nisso, quando ela utiliza este potencial para pré-julgar um pretendente, perde-se o encanto e a surpresa. O homem se torna previsível e desinteressante para ela. As mulheres atraem os homens pela exuberância, alegria, jovialidade e pela possibilidade de oferecer amor. Hoje em dia, as mulheres querem transformar o homem através da imposição das suas ideias, e não por sua doçura. Percebo que este é um dos grandes motivos dos desencontros amorosos da atualidade.

1 comentário para: Cuidado: Você é uma mulher Check-Up?

  • Gislaine

    Querida Cláudia,

    Primeiramente quero cumprimentá-la e parabenizá-la pela dedicação, seriedade e entusiasmo com que realiza seu trabalho.
    Sou cliente da A2 há cerca de 8 meses, conheci alguns homens bacanas mas ainda não encontrei minha cara metade. Continuo na busca de um amor e sei que uma hora vai acontecer.

    Quanto ao pré-julgamento percebo que os homens fazem o mesmo. Por exemplo: Sou advogada, bonita, solteira, independente, moro sozinha, tenho uma carreira estável e já cansei de ouvir “pérolas” de preconceito do tipo: “Hummmm… advogada… mulher esperta, perspicaz, independente, gosta de discutir, controlar, mandar, mentir”.

    Tudo isso pode ser verdade, mas não sou só isso. Não sou minha profissão, entende? Meu trabalho exige capacidade de análise, controle e argumentação e faço uso destas minhas aptidões diariamente, porém esse é o meu trabalho, não sou isso o tempo todo com todo mundo. Também sou doce, carinhosa, alegre, atenciosa, frágil, tenho muitos amigos, mas parece que eles não querem nem conhecer esse lado. Ultimamente tenho até evitado dizer que sou advogada e moro sozinha logo de início, é como se eu tivesse uma “doença” repulsiva.

    Um grande abraço,

    Gislaine

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